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quarta-feira, 20 de abril de 2016

UFFS promove evento para lançamento de livro

Jéssica Amroginski – Engenharia Ambiental


No próximo dia 28, quinta-feira, será realizado na Universidade Federal da Fronteira Sul – campus Erechim, um evento para lançar o livro Fronteiras irmãs: transfronteirizações na Bacia do Prata, de autoria do Professor Dr. Camilo Pereira Filho. O lançamento será seguido de um debate, a realizar-se a partir das 19h no auditório do bloco dos professores.

Pereira Filho é graduado em Geografia e Meio Ambiente pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e graduado em Direito pela mesma instituição. É Mestre em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Doutor em Geografia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atualmente, está desenvolvendo seu Pós-Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Estudos Estratégicos Internacionais da UFRGS. O Professor e autor do livro tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Geografia Política e Cartografia. 

O evento, que é idealizado pelo curso de Geografia da UFFS - campus Erechim fornecerá certificado a todos os participantes.


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O PET e a história dos alunos da UFFS


 Por Jéssica Amroginski (Engenharia Ambiental – Erechim) 

Em outubro de 2012, foi lançada mais uma obra de um professor da UFFS-Erechim. Trata-se do livro Há uma universidade no meio do caminho, organizado pelo professor Thiago Ingrassia Pereira, sociólogo e doutorando em Educação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e que na Universidade Federal da Fronteira Sul - Campus Erechim, trabalha na área de Fundamentos da Educação e também é Tutor do Práxis - PET ( Programa de Educação Tutorial) – Conexões de Saberes, além de desenvolver pesquisas sobre Educação Popular e Metodologia de Ensino em Ciências Sociais. 

Imagem: capa do livro organizado por Ingrassia.

O livro organizado por Ingrassia tem textos de estudantes e professores envolvidos no Programa de Educação Tutorial. Narra-se a história dos bolsistas do PET da UFFS/Erechim até chegarem à Universidade. São textos com caráter de “memorial”, que relembram um pouco da história de vida de cada um. 

Na UFFS, o PET foi criado na modalidade Conexões e Saberes. O grupo Práxis, que foi constituído no Campus Erechim, tem por finalidade ser um espaço de ensino, pesquisa e extensão que aborda o tema da Educação Popular. Os acadêmicos envolvidos são dos cursos de licenciatura da Universidade. O livro é resultado do primeiro ano de atividades do PET/ Conexões de Saberes e do grupo Práxis na UFFS e conta também com textos de professores que falam da importância de se ter um compromisso com a educação pública e democrática. 

A coletânea de memoriais dos bolsistas do projeto, segundo o professor Thiago, “[...] é resultado de uma intencionalidade política de construir uma universidade que possa, efetivamente, estabelecer uma fecunda conexão entre os saberes populares e acadêmicos. O livro é o resultado de um ano de trabalho e foi pensado para divulgar os percursos dos estudantes até a UFFS, mostrando a importância da universidade pública e gratuita na região do Alto Uruguai gaúcho.”

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A alegria do rádio por uma docente da UFFS

Por Vanessa Luisa Freiberger (Engenharia Ambiental) 


Helena de Morais Fernandes é professora da Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Erechim, radialista, Bacharel em Comunicação Social – Rádio e Televisão (UPF), especialista em Comunicação e Saúde (UFRGS) e mestre em Educação (UPF). 

Neste ano, pela editora Aldeia Sul de Passo Fundo, a professora Helena está lançando seu livro: Micos e Microfones: relatos humorados sobre rádio e televisão , que conta com a participação de relatos dos mais influentes radiofonistas de Passo Fundo, como Júlio Rosa, Angélica Weissheimer, Daltro José Wesp, Ipácio Carolino, entre outros. 


O foco principal do livro está no rádio, cuja história começou muito antes do que se imagina, por volta do século XVI, e que foi inventado por Gugliano Marconi. A autora destaca no livro que, antigamente, bastava-se ter uma voz boa e habilidade para fazer parte do mundo do rádio. Hoje, o mercado exige preparação qualificada, para o rádio poder manter-se diante das novas tecnologias, como celular, internet etc. 

Segundo a autora, a motivação para escrever o livro veio das aulas a que assistiu em 1997, na Universidade de Passo Fundo (UPF), no curso de Comunicação Social. Ela percebeu que faltava alguma coisa para descontrair o seu aprendizado e foi ai que pensou na ideia de ouvir o que os comunicadores e radialistas de Passo Fundo tinham para relatar das suas vidas profissionais. 

A partir daí surge a obra, que relata esses fatos reais, histórias engraçadas e descontraídas do cotidiano dos profissionais do rádio. O lançamento em Passo Fundo será no dia 13 de outubro, quinta-feira, às 19h, na livraria Nobel. Em Erechim, ocorre no dia 25 de outubro, terça-feira, às 18h, no Arquivo Histórico Municipal. O preço do livro é R$ 20,00.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Mais uma obra de um servidor da UFFS-Campus Erechim

Por Vanessa Luisa Freiberger (Engenharia Ambiental) 


Dirceu Benincá é mestre e doutor em Ciências Sociais pela PUC/SP, com estágio no Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra/Portugal; especialista em Comunicação Social, graduado em Teologia e licenciado em Filosofia. Sua atuação e estudos envolvem as áreas de teologia, história regional, comunicação social, movimentos sociais e meio ambiente. Atualmente, Benincá é Diretor Administrativo do campus Erechim.

Benincá respondeu perguntas pertinentes a sua obra Energia e cidadania: a luta dos atingidos por barragens, a fim de ressaltar pontos e fatos que o levaram a escrever o livro. 


Comunica: O livro "Energia e cidadania", último lançamento do senhor, chega à população da região com qual intuito? Quais são as expectativas de aceitação e discussões sobre a obra? 
Dirceu Benincá: O objetivo do lançamento desse livro é colocar à disposição do público interessado uma parte do estudo realizado durante meu doutorado em Ciências Sociais, na PUC/SP. A pesquisa aborda o tema das barragens e seus impactos, bem como as principais formas de organização, resistência, reivindicações e proposições do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) ao longo dos últimos 20 anos. 

Espero que o trabalho contribua, de algum modo, com os atingidos direta ou indiretamente por esses empreendimentos, na luta que desenvolvem pela garantia de seus direitos de cidadania. Ficarei satisfeito também se a obra despertar debates na universidade, entre os movimentos sociais ou em outros espaços e ajudar a entender a lógica do atual modelo energético e de desenvolvimento e as visões alternativas de desenvolvimento social e preservação ambiental. 


Comunica: Como e com que métodos o senhor escreveu o livro? 
Dirceu Benincá: A obra é resultado de três anos de pesquisa e estudo acadêmicos. Para a sua elaboração, busquei fundamentação em extensa base bibliográfica e documental. Recorri às fontes primárias, realizando mais de 30 horas de entrevistas com grande número de pessoas, sobretudo membros da coordenação nacional do MAB, atingidos por barragens na bacia do Rio Uruguai, no Vale do Ribeira/São Paulo e em Porto Velho/Rondônia, bem como com professores e estudiosos do tema em diversas universidades brasileiras e na Universidade de Coimbra/Portugal. 



Comunica: A obra apresenta fatos ocorridos? 
Dirceu Benincá: A pesquisa é totalmente voltada para análise de situações reais que ocorrem desde o anúncio da construção de barragens, passando pela fase em que as obras são feitas e chegando ao período de funcionamento das hidrelétricas. Muitas vezes são vistos apenas os aspectos da necessidade e utilidade da energia elétrica e são ignorados ou subestimados os impactos sociais, ambientais e simbólicos que as barragens provocam. Isso quando não se criminalizam os movimentos sociais que lutam legitimamente para que a água e a energia sejam tratados como direitos de todos, não como mercadoria de exploração capitalista e estejam a serviço da vida e não da morte.


O Comunica agradece a disposição do professor Benincá e indica a leitura do texto para aqueles que se interessam sobre os debates acerca da cidadania e do apoderamento dos movimentos sociais.