Por Jéssica Amroginski e Vanessa Luisa Freiberger (Engenharia Ambiental – Erechim)
A greve dos professores federais iniciada no dia 17 de maio está repercutindo em todo o país. O movimento é considerado um dos mais fortes dessa classe nos últimos anos, devido ao grande número de instituições que aderiram à paralisação.
São mais de 50 Instituições Federais que pararam com as suas atividades em todo o país. As reivindicações incluem, de acordo com a página da ANDES, além da reestruturação do plano de carreira, “[...] melhoria nas condições de trabalho e ensino nas instituições, com atendimento das pautas locais; [...] carreira única, mais simples, com 13 níveis e steps definidos, com valorização da titulação e do regime de trabalho, em especial a Dedicação Exclusiva, incorporação das gratificações e paridade entre ativos e aposentados.”
Uma reunião foi marcada para o dia 19 de junho entre o secretário do Trabalho do Ministério do Planejamento e representantes dos professores com a finalidade de debater sobre a greve, porém o encontro foi adiado e a nova data ainda não foi divulgada.
Quem sai prejudicado dessa situação são os estudantes, que na maioria, estão há menos de um mês para o término do semestre, sendo que isso trará atrasos de provas e trabalhos e, consequentemente, afetará o início do próximo semestre. Outra situação que preocupa os estudantes é com o programa SISU, que concentra vagas de universidades que adotam o ENEM como forma de ingresso e abriu as inscrições na última segunda (18). Nesse sentido, a greve pode prejudicar o calendário das universidades e a matrícula dos novos alunos.
Segue abaixo as instituições federais em greve: